
SINTEP-MT de Pedra Preta participa de reunião do Conselho Diretivo da Regional Sul I
Dirigentes reforçam a representação da subsede e a luta coletiva em defesa dos profissionais da educação pública.
SINTEP—MT SUBSEDE PEDRA PRETA

Dirigentes reforçam a representação da subsede e a luta coletiva em defesa dos profissionais da educação pública.

Representação da subsede de Pedra Preta levou ao encontro as principais reivindicações dos funcionários da educação e defendeu avanços na carreira, profissionalização e valorização da categoria.

Documento reúne reivindicações prioritárias da categoria e será assinado pelos candidatos durante Conselho de Representantes, no dia 13 de setembro.
Profissionais da educação das redes estadual e municipal de Pedra Preta estão convocados para Assembleia Geral no dia 9 de setembro. Entre os temas estão a luta pela elevação de classe para AAE, o pagamento de 1/3 de férias e o piso nacional para funcionários e funcionárias de escola.

Proposta será apresentada aos vereadores durante a sessão plenária, às 9 horas

O SINTEP Itinerante reafirma o compromisso do sindicato de estar presente onde a Educação acontece: nas escolas, nos Centros de Educação Infantil e, principalmente, ao lado de quem constrói diariamente a Educação pública.

A Subsede do SINTEP-MT, subsede de Pedra Preta orienta os profissionais interessados a ficarem atentos ao prazo de inscrição e às informações disponíveis no edital.

Promovido pela Subsede de Pedra Preta, o evento reuniu aposentados, convidados e dirigentes sindicais em um momento de integração, reconhecimento e fortalecimento da organização sindical.

Evento celebra a trajetória dos profissionais da educação, fortalece a união da categoria e reafirma a importância da luta sindical.

Programação em todo o país reforça a importância de políticas públicas para combater o racismo e ampliar direitos das mulheres negras

Lei publicada no Diário Oficial reconhece atuação da entidade em defesa da educação pública e dos trabalhadores da educação.

Após pedido de vista paralisar análise da lei de São Paulo no Supremo, dirigentes apontam inconstitucionalidade do programa e alertam para os riscos da repressão policial nas escolas